Saúde mental desde as margens: contexto, equipes e intervenções possíveis
Palavras-chave:
políticas públicas, psicanálise, Saúde mentalResumo
Este ensaio pretende articular alguns dados sobre a situação mundial da saúde mental e as configurações da subjetividade na contemporaneidade. As transformações no mundo do trabalho, aceleradas na última década, colocaram grande parte da população à margem do usufruto de políticas tradicionalmente consideradas como de “seguridade social”. O “empreendedorismo” lançou milhões de trabalhadores em um novo tipo de trabalho por tarefa. Dependendo do momento e do país, isso se agrava pela instabilidade laboral e pelo desemprego.
Ao mesmo tempo, o discurso ultraneoliberal desqualifica os serviços públicos e desfinancia os efetores públicos, colocando em xeque o acesso e impedindo medidas reparadoras e de reabilitação social.
Nesse contexto, torna-se indispensável repensar os dispositivos de saúde mental, bem como sua articulação e — inclusive — quais seriam os parâmetros clínicos que podem lhes dar sustentação.
Este ensaio busca apresentar algumas propostas para enfrentar esses desafios, levando em consideração a história violenta de colonização e desigualdades de nossa região latino-americana.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2025 rosana Teresa Onocko- Campos (Autor/a)

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 4.0 International License.
- Compartir — copiar y redistribuir el material en cualquier medio o formato
- Adaptar — remezclar, transformar y construir a partir del material para cualquier propósito, incluso comercialmente
- Atribución — Dar crédito al autor de manera adecuada, brindar un enlace a la licencia, e indicar si se han realizado cambios.
- Compartir Igual — Si remezcla, transforma o crea a partir del material, debe distribuir su contribución bajo la misma licencia del original.