Deficiência na Argentina: um estudo sobre morbidade (2009 - 2017)

Autores

Palavras-chave:

Estudos sobre Deficiência, Pessoas com Deficiência, Morbidade, CID- 10, Perfil Epidemiológico, Análise da Situação da Saúde

Resumo

Este artigo analisa o perfil de morbidade da população com Certificado Único de Deficiência (CUD) na Argentina entre 2009 e 2017, considerando sua relação com determinantes socioeconômicos e acesso à saúde, por região e província. Foi realizado um estudo ecológico com base em fontes secundárias (Censo de 2010, estatísticas de saúde e Cadastro Nacional de Pessoas com Deficiência). Os resultados mostram uma predominância de doenças não transmissíveis, bem como diferenças regionais associadas à estrutura demográfica e, em menor grau, às condições socioeconômicas. As regiões Nordeste (NEA) e Noroeste (NOA) apresentam maior prevalência de doenças transmissíveis e piores indicadores socioeconômicos e de saúde. Além disso, identifica-se uma lacuna significativa entre a população com deficiência e aqueles que acessam o CUD, o que impõe limitações à interpretação dos resultados.

Biografia do Autor

  • Marina Ayelen Zanetti, Ns/Nc

    Socióloga y Mg. en Epidemiología, Gestión y Políticas de Salud. Especializada en sistemas de información y discapacidad, con experiencia en estándares de interoperabilidad, clasificaciones y terminologías clínicas para la generación de información clínica y epidemiológica.

Publicado

2026-08-25

Edição

Seção

Dossier temático

Como Citar

Deficiência na Argentina: um estudo sobre morbidade (2009 - 2017). (2026). Desde Acá : Cimientos Para Una Salud Situada, 6, 16-36. https://revistas.unaj.edu.ar/da/article/view/134